10:12 am - sexta-feira dezembro 15, 2017

Mentiras aos quilos…

364 Viewed Ênila Rodrigues 0 respond

Entramos na reta final de articulação das chapas a serem montadas pelos Partidos com vistas ao engalfinhamento total de outubro de 2014. A meta é o doce privilégio em sentar na confortável e desejada cadeira de governador ou governadora deste pedação de paraíso chamado Rondônia. Pode parecer pouca coisa, mas não é. Aquela singela cadeira administrará um orçamento superior a 6,5 bilhões de reais. Há uma caneta capaz de nomear, com status de Secretário de Estado, 41 “camaradas” a partir do seu belo prazer e conveniência política, além de milhares de cargos em comissão… um pequeno “deus”!

2. Reta final

O prazo final para a realização das convenções partidárias é dia 30 de junho. Até lá, todas as amarrações políticas deverão estar concretizadas, atadas e sacramentadas. Após isso, os Partidos enganados estarão se lamentando pelos cantos, e os enganadores celebrando pelas composições “espetaculares”, cuja vitória, nas suas otimistas avaliações, será certa… É bom destacar que as composições não dizem respeito apenas à cobiçada cadeira do Palácio Getúlio Vargas, mas à de vice (que ninguém sabe para que serve), de Senador (?), de deputados federais (??) e de deputados estaduais (???).

3. As opções de Rondônia

Esse processo, na verdade, já começou há algum tempo, sendo assim (e a luta não respeita regras), vários nomes já foram abatidos em pleno início de voo. Todos espatifados no chão pela força avassaladora de tsunamis judiciais incompletas. Rondônia tem sido um estado privilegiado no quesito “bandalheira institucionalizada”. As operações do MPF e MPE, com apoio das Polícias Federal e Civil, produziram estragos de imagem… mostraram coisas que todos sabiam… no entanto, de resultado concreto, restou-nos, até agora, pouca coisa… infelizmente!

4. Os astros do Show

De certeza, até agora, o único mocinho apresentado é Confúcio Moura (PMDB). Mas há outros candidatos aos aplausos eleitorais: Expedito Júnior (PSDB) jura que é candidato, entretanto, nem os candirus do Baixo Madeira acreditam; Maurão de Carvalho (PP) não é levado a sério pelo velho capataz de Rolim de Moura (peça-chave para esse grupo). O nobre deputado foi rápido e juntou uma ruma de pequenos partidos. Ousado, diz estar pronto para a disputa com ele (Ivo), sem ele ou apesar dele. Cassol flerta com todos os lados e busca uma solução de fortalecimento pessoal (necessário) a partir de 2015, quando deverá ficar sem mandato de senador.

5. Mais Rolim…

Depois de provocar desgastes internos previsíveis no PT, Cassol deixa de lado o jogo de “enrolation”, mostra sua cara e impõe sua irmã, Jaqueline Cassol (PR), como candidata de seu “grupo”, ao Governo. Na realidade, trata-se apenas da candidatura dos interesses da sua família… Imensas dificuldades sustentam esse desejo, porém, naquele contexto político no qual sempre gravitou, ele é o chefe e manda. Por fim, temos a candidatura do Padre Tom (PT), um nome, neste mundo de incertezas rondonienses, bastante interessante. Ao longo desta semana, há uma certeza inexorável: muitas almas serão deslavadamente enganadas e outras conscientemente subjugadas.

Por: David Nogueira

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